Sobre essa história de escrever,
acredito que Joyce também ficou sem nada para fazer.
Bukowski e Salinger também devem ter sentido o desespero
que o tédio traz.
Não se acredita na própria poesia,
apenas não se têm mais nada para se apoiar.
Não somos como as maiorias,
Deus não nos tocou, o senso comum
não nos engana tanto e em nível de
alienação penso que possuimos mais informações
que todos.
Temos nossas influências,
Nossos medos, perverções.
Libertinos é o que somos,
divinos e individuais.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
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