Finalmente um assunto feliz, apenas um relato e sem ofender ninguém*. A morte é o sentido da vida, o segredo essencial, pois sem ela não seriamos capazes de viver. Como José Saramago já mostrou em Intermitências da morte, nossa sociedade está toda baseada na idéia de que temos um fim.
Somos assim, como um história que já nasce sabendo do fim, e esse fim não nos abandona. Por isso nunca estamos sozinhos, sempre haverá a morte nos lembrando de que ainda há vida.
*Mas eu nunca me canso, gostaria de ofender alguém de maneira tão profunda que eu pudesse ver em seus olhos a humilhação quando eu mostrasse alguma piedade sobre o fato do ódio que eu causei ter atingido sua sanidade. Mas fazer o que? A gente nunca faz tudo aquilo que quer (será que alguem ainda acredita nisso)
domingo, 27 de janeiro de 2008
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